Arquivo paraSetembro, 2009

DE VOLTA AO MEU BLOG QUERIDO!!!

Ok, ok…Eu estava sumidinha! É que há tanta coisa nessa vida pra se fazer e quando me dei conta, vi que não postava, há tempo, textos mais densos e carregados de alguns dos muitos pensamentos que vagam feito fantasmas dentro da minha mente. Coitada!

Não sei se chega a ser um defeito grave, mas percebo que, no dia a dia, tem sido frequente a minha inflexibilidade a partilhar momentos com quem nada me acrescente. Juro que me acho um E.T., por diversas vezes…Parece que não sou daqui, ainda que sendo um ser humano como tantos outros. Tenho as minhas vaidades (aquelas coisas de mulherzinha), mas não chego a gastar 1 minuto em conversas acerca de futilidades femininas que beiram o fundo do poço da superficialidade.

Essa indústria da estética serve para maquiar a pele e a mente de um bando de homens e mulheres que preferem fugir da velhice como o diabo corre da cruz! Cheguei a essa conclusão após, apenas ouvi, e não participar de um papo do tipo: “depois que se tem filhos, o corpo fica isso….depois dos 40 anos a pele fica aquilo” POMBAS!! É evidente que com o correr dos ponteiros do relógio, correm também os ponteiros de nossas vidas. Mas por que é tão ruim chegar a chamada melhor idade? Por que…..

TO COM SONO AOS BALDES….AMANHÃ CONTINUO COM O DESABAFO!

Ricos gastam em três dias o mesmo que os pobres consomem em um ano

No Brasil, o que um pobre gasta em um ano é o mesmo gasto por um rico – que faz parte de 1% da população – em três dias. A constatação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que divulgou nesta quinta-feira uma análise com base nos dados apresentados na semana passada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) relativa ao ano de 2008.

Apesar de estar registrando desde 2001 queda da desigualdade social num ritmo realmente bom, o Brasil ainda é um monumento à desigualdade. Aqui, uma família considerada pobre leva um ano para gastar o mesmo que o 1% mais rico gasta em apenas três dias – informa o pesquisador do Ipea, Sergei Soares. Para medir o índice de desigualdade do país, o Ipea adotou o chamado índice de Gini, que varia de zero a um. Quanto mais próximo de um for esse índice, menos justa é a distribuição de renda da sociedade.

Em 2001, o índice de Gini no Brasil estava em 0,594. Desde então, vem caindo ano a ano, e chegou a 0,544 em 2008. Sergei explica que mantendo essa tendência recente de redução da desigualdade registrada nos últimos anos, que em média foi de -0,007, “o Brasil levará 20 anos para chegar a um patamar que pode ser considerado justo”. Segundo ele, isso corresponde a um valor de 0,40 no índice de Gini. O pesquisador sugere que o governo “continue fazendo mais do mesmo”, estimulando programas como o Bolsa Família e o aumento do salário mínimo, e invista em educação e estimule a formalidade no mercado de trabalho.

- Para acelerar esse processo é necessário que façamos mais do que apenas olhar as coisas positivas que têm sido feitas. O indicado é que o país atue de forma a melhorar o sistema educacional e a reduzir a informalidade – afirmou. - E, claro, isso envolve também medidas que objetivem também a redução da desigualdade racial e regional do país.

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