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Comercial – O Boticário – Dia das Mães 2009

De todas as campanhas publicitárias feitas com a finalidade de nos induzir ao consumo….esta é uma das minhas favoritas.

LINDO!!!!

Um gênio se despede

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Gabriel Garcia Marquez retirou-se da vida pública por razões de saúde: cancro linfático. Agora, parece que é cada vez mais grave. Enviou uma carta de despedida aos seus amigos que, graças à Internet, está a ser difundida. A sua leitura é recomendada porque este texto escrito por um dos Latino-americanos mais brilhantes dos últimos tempos é verdadeiramente comovedor.

“Se por um instante Deus se esquecesse de que sou uma marioneta de trapo e me oferecesse mais um pouco de vida, não diria tudo o que penso, mas pensaria tudo o que digo.

Daria valor às coisas, não pelo que valem, mas pelo que significam.

Dormiria pouco, sonharia mais, entendo que por cada minuto que fechamos os olhos, perdemos sessenta segundos de luz.

Andaria quando os outros param, acordaria quando os outros dormem. Ouviria quando os outros falam, e como desfrutaria de um bom gelado de chocolate!

Se Deus me oferecesse um pouco de vida, vestir-me-ia de forma simples, deixando a descoberto, não apenas o meu corpo, mas também a minha alma.

Meu Deus, se eu tivesse um coração, escreveria o meu ódio sobre o gelo e esperava que nascesse o sol.

Pintaria com um sonho de Van Gogh sobre as estrelas de um poema de Benedetti, e uma canção de Serrat seria a serenata que ofereceria à Lua.

Regaria as rosas com as minhas lágrimas para sentir a dor dos seus espinhos e o beijo encarnado das suas pétalas…

Meu Deus, se eu tivesse um pouco de vida… Não deixaria passar um só dia sem dizer às pessoas de quem gosto, que gosto delas.

Convenceria cada mulher ou homem que é o meu favorito e viveria apaixonado pelo amor.

Aos homens provar-lhes-ia como estão equivocados ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem, sem saberem que envelhecem quando deixam de se apaixonar!

A uma criança, dar-lhe-ia asas, mas teria que aprender a voar sozinha. Aos velhos, ensinar-lhes-ia que a morte não chega com a velhice, mas sim com o esquecimento.

Tantas coisas eu aprendi com vocês, os homens… Aprendi que todo o mundo quer viver em cima da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a encosta.

Aprendi que quando um recém-nascido aperta com a sua pequena mão, pela primeira vez, o dedo do seu pai, o tem agarrado para sempre.

Aprendi que um homem só tem direito a olhar outro de cima para baixo quando vai ajudá-lo a levantar-se.

São tantas as coisas que pude aprender com vocês, mas não me hão-de servir realmente de muito, porque quando me guardarem dentro dessa maleta, infelizmente estarei a morrer…”

Gabriel Garcia Marquez

Lindo texto……..VIVA GABRIEL GARCIA MARQUEZ!!!!

Mauricio de Souza entrega ilustração a Ronaldo Fenômeno

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O desenhista Mauricio de Souza, conhecido pelos quadrinhos da “Turma da Mônica”, foi até o CT do Parque Ecológico nesta terça-feira para entregar ao atacante Ronaldo uma ilustração que fez do jogador. Apesar de não ser torcedor do Corinthians, ele disse que é um grande fã do Fenômeno e torceu muito por seu retorno. Mauricio de Souza entregou o presente ao atacante, tirou fotos e pegou autógrafos ao lado de amigos e familiares. Antes, acompanhou os atletas fazendo embaixadinhas e tentando acertar a bola no travessão.

Bill e Hillary Clinton se transformam em acessórios de cozinha nos EUA

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Show: Fito Paéz

Quando se ouve o nome de Fito Paéz, muitos brasileiros já torcem o nariz pelo simples fato de o compositor ser argentino e cantar em espanhol, como se fosse uma língua muito distante do português. Mas como Fito é muito insistente, para a nossa sorte, ele conseguiu quebrar, de certa forma, barreiras e preconceitos com relação ao cancioneiro em língua hispânica.

E a maior prova disso foi o show que o cantor fez na última 5ª feira, num Canecão, que se não tinha a sua lotação esgotada, estava bem cheio. Apesar de o principal jornal do Rio de Janeiro ter anunciado que Fito Paez viria acompanhado de sua banda, o argentino veio apenas com o seu piano – o guitarrista Coki Debernardi participou de somente duas músicas do roteiro. E bastou! Talvez os cariocas tenham visto o melhor show de Fito na cidade.

Como Fito Paez estava gravado CD e DVD ao vivo durante a apresentação no Canecão, os cariocas tiveram o privilégio de ver o argentino dividir o palco com Herbert Vianna, Vanessa da Mata, Ana Cañas e Milton Nascimento. Até por conta da proximidade natural do estilo de música, o líder dos Paralamas do Sucesso proporcionou alguns dos melhores momentos do espetáculo. A sua presença foi anunciada por Fito, após um início instrumental, apenas ao piano (“Waltz for Marguie”), uma versão para “Vaca Profana”, de Caetano Veloso, em uma interpretação em português perfeita e o sucesso oitentista “11 y 6”. Ou seja, o público já estava mais do que animado.

Herbert Vianna apresentou, ao lado de Fito, uma versão sublime para “Trac Trac”, sucesso dos Paralamas (do álbum “Os Grãos”, de 1991), apenas com piano e guitarra. Em seguida, Herbert e Fito apresentaram “El Vampiro Bajo El Sol”, que faz parte do álbum (maldito) “Severino” (1994), também dos Paralamas.

Após a participação de Herbert, o show teve continuidade com mais sucessos de Fito Paez, como “Un Vestido Y Un Amor” (que Caetano gravou em seu “Fina Estampa”) e “Tumbas De La Gloria”, que, apesar de sua letra dificílima, foi cantada em coro pela platéia carioca. Um destaque nessa parte do show foi “El Cuarto De Al Lado”, faixa do último disco de Fito, “Rodolfo”. A sua belíssima letra (“Yo solo se que nunca estuve a la altura / Yo estaba muy pirado y vos eras tan pura”) foi exposta no telão ao fundo do palco, enquanto Fito cantava a música. Curioso que, por uma falha técnica, a letra só começou a percorrer o telão após Fito ter cantado os dois primeiros versos da canção. Então, para a gargalhada do público, ele fez uma pausa até que a sua interpretação ‘encaixasse’ nas letras apresentadas pelo telão.

Vanessa da Mata foi a segunda participação especial da noite. Dividiu o mesmo banco de Fito Paez para cantar o sucesso “Amado”, que faz parte da trilha sonora da novela “A Favorita”, e “Tres Agujas”, uma das canções mais difíceis do argentino. Vanessa da Mata mostrou a sua competência habitual e conseguiu fazer uma boa interpretação (mas não tão boa quanto a de Fito Paez) da canção. O argentino gostou tanto que pediu para Vanessa da Mata ficar no palco para mais uma canção, não prevista no roteiro do espetáculo. E a escolhida foi “Desde Que o Samba É Samba”, de Caetano Veloso.

Após a saída de Vanessa, apesar de Fito permanecer apenas ao piano, o show tomou um rumo mais roqueiro, até chegar a “Detrás Del Muro De Los Lamentos” e “La Rueda Mágica”. Aí, foi a vez de Ana Cañas entrar e cantar “Coração Vagabundo” (Caetano de novo?), canção presente em seu álbum de estréia. Nessa música, a química da dupla não rolou legal. Mas, em seguida, nas canções “Fue Amor” e “A Rodar Mi Vida”, a cantora mostrou porque estava dividindo o palco com Fito Paez, apesar de seu estilo espalhafatoso e ‘over’. Nesta última canção, o guitarrista Coki Debernardi fez uma discreta participação – discreta mesmo, eis que não saiu som algum de sua guitarra durante a primeira metade da canção.

Já com a temperatura lá em cima e grande parte do público do Canecão de pé, Herbert Vianna se juntou à Fito Paez (que empunhou uma guitarra) e à Debernardi. Juntos, tocaram uma estridente – estridente até demais – versão de “Ciudad De Pobres Corazones”.

A última participação especial foi anunciada no bis. Ninguém menos que Milton Nascimento dividiu os vocais com Fito em “Yo Vengo a Ofrecer Mi Corazón”, de autoria do compositor argentino, e gravada por Milton no disco que dividiu com Gilberto Gil, em 2000. Foi um dos melhores momentos da noite, mas, infelizmente, Milton saiu do palco em seguida, sem chances de dividir os vocais com Fito Paez em um segundo número. Ao mesmo tempo que a platéia se deliciou, deu uma sensação de ‘quero mais’.

Mas se não tinha mais com Milton, tinha mais com Fito sozinho ao piano. E, para terminar, ele enfileirou logo três de seus maiores sucessos. “Brillante Sobre El Mic”, “Dar Es Dar” e “Mariposa Tecknicolor,” foram a chave de ouro para um show tecnicamente perfeito e que levou o público ao delírio.

Tanto levou, que era comum, no bis, ver muitos brasileiros levantando camisas da seleção argentina de futebol. Pelo menos essa barreira Fito conseguiu quebrar…

Abaixo, segue uma gravação amadora de “Trac Trac”, que teve a participação especial de Herbert Vianna.

Artista faz pintura com sujeiras de carros

Um carro todo sujo e empoeirado é uma tentação para os engraçadinhos escreverem mensagens como “Lave-me”, “Pintou sujeira” ou “Fugi do lava-rápido”. Mas para o americano Scott Wade, um vidro retrovisor encardido pode ser usado como tela para uma reprodução da famosa pintura da Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, uma imagem da própria filha gritando de dentro do carro.

Scott Wade vai apresentar suas pinturas no festival de arte de Atlanta, nos Estados Unidos, em setembro. Promete mostrar uma pintura inédita feita sobre a poeira usando apenas um pincel normal e outro feito de borracha.

As obras de Wade têm pouca duração: com chuva e vento, a obra de arte logo se desfaz e vira um grande borrão. Mais um motivo para o motorista mandar o carro para a lavagem.

Exposição Clarice Lispector no CCBB

Estive hoje no caótico centro da cidade para resolver questões burocráticas chatérrimas, mas valeu a pena por que dei um pulo no CCBB e vi a exposição “Clarice Lispector – a hora da estrela”.

R E C O M E N D O. A entrada é franca e vai até o dia 28 de Setembro. Por favor, quem estiver no RJ tem que ir, pois o cenário, a iluminação, tudo: está muito bem feito. A entrevista exibida em vídeo mostra que ela, como todo grande poeta, era muito infeliz. Ah! Mas quem de nós não carrega um pouco de tristeza?

Viva Clarice Lispector!

INFOS: http://www44.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr2/rj/DetalheEvento.jsp?Evento.codigo=32965&cod=3

Dorival Caymmi (1914 – 2008)

Eu que tenho apenas 26 anos de vida, tenho visto tanta gente que já passou por muitas esquinas até cruzar a última e se despedir de nós.

Poxa! Só nesse ano formou-se lá no infinito um time de feras de todo o tipo de arte. Eu como boa carioca adorava o saudoso vascaíno e intérprete, não “puxador”, Jamelão! E a Zélia Gatai? Deve estar caminhando em verdes pastos de mãos dadas com o eterno Jorge Amado! A Dercy, então, deve estar xingando todo mundo. E agora, o Dorival Caymmi.

Dorival era um gênio “baiano-carioca”, morador de Copacabana, e, que deixa aqui saudades, uma linda família e infinitos versos de pura poesia com aroma de amor, desamor, solidão, alegrias, tristezas, paixões e devoção pela energias provindas das águas do mar.

(As minhas canções preferidas são as que têm a linda e feminina palavra “morena”, mas deixo abaixo a que traduz a sua passagem para um novo lar)

Velório

Uma incelença entrou no paraíso
Uma incelença entrou no paraíso
A-deus, irmão, adeus
Até o dia de juí-zo
A-deus, irmão, adeus
Até o dia de juí-zo

Viva Dorival Caimmy!

 

 

Turma da Mônica Jovem

 

Quem nunca teve uma pilha de revistas da turma da mônica? Eu adorava aqueles almanaques cheios de palavrinhas cruzadas e outros mequetrefes.

Carambas! Acredito que muitos designers gráficos, assim como eu, tenham respeito pelo cartunista Maurício de Souza que apostou na idéia de crescer a turma. Segundo ele, foram meses de pesquisa com os adolescentes da sua própria famíla, já que são muitos filhos e agora netos.

“Turma da Mônica Jovem” (Panini, 128 pág – R$ 5,90) chegará às bancas no formato de mangá (gibi japonês, com capa colorida e páginas em preto e branco) por qual, aliás, eu tenho completa repulsa. Acho horríveis aqueles personagens com queixo fino e olhos gigantes. De qualquer modo, pela foto acima, percebe-se que existem traços sutis remetendo ao estilo particular do Maurício também.

Agora é esperar para ver.

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Mandar um “Salve” ao meu amigo paulista Nando que penou para conseguir fazer parte da seleção de cartunistas do grande Maurício! Ou vocês acham que é tudo feito pelo paizão?? Claro que não! Tem um batalhão de gente que aprendeu a desenhar com o mesmo traço do cara!

Artista cria New Beetle de areia na Alemanha

Uma obra-prima!