A CHINA VAI DOMINAR O MUNDO! É SÉRIO!
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Japão vende série limitada de celular feito de madeira
Aparelho da Sharp será vendido para apenas 15 mil clientes.
Modelo tem câmera de 5 mp e tela de 3,4 polegadas sensível ao toque.
AMEIIII! BEM VINTAGE!!!! (espero que seja de madeira certificada, à propósito!)
História dos refrigerantes
BOA MATÉRIA SOBRE O ASSUNTO, na Super Interessante:
http://historia.abril.com.br/ciencia/refrigerantes-isso-ai-434732.shtml
Acupuntura e reiki agora têm explicação científica
Àqueles que NECESSITAM e DEPOSITAM toda a sua CONFIANÇA na CIÊNCIA…. (cliquem no link abaixo)
Cientistas tentam entender por que algumas pessoas são mais comprometidas com seus parceiros e por isso têm casamentos mais duradouros

Por que alguns homens e mulheres traem seus parceiros, enquanto outros resistem à tentação? Para encontrar a resposta, um número crescente de pesquisadores está estudando a ciência do compromisso. Tudo é objeto de análise dos fatores biológicos que parecem influenciar a estabilidade matrimonial à resposta psicológica da pessoa depois de flertar com um estranho.
Suas descobertas sugerem que, enquanto algumas pessoas podem ser naturalmente mais resistentes à tentação, outras podem se educar para proteger e engajar-se mais em seus relacionamentos.
Estudos recentes levantaram questões se fatores genéticos podem influenciar compromissos e estabilidade conjugal. Hasse Walum, biólogo do Instituto Karolinska, na Suécia, estudou 552 irmãos gêmeos para aprender sobre um gene relacionado a um agente químico no cérebro. Deles, os homens que tinham variação no gene eram menos propensos a casar, e aqueles que o fizeram tinham mais chances de ter problemas no relacionamento e esposas infelizes.
Entre os homens que tinham duas cópias da variação do gene, cerca de um terço experimentou uma série crise de relacionamento, o dobro do que se viu entre os homens que não carregavam essa variação.
Embora este traço seja constantemente chamado de “gene da fidelidade”, Walum considera este termo impróprio: o foco de sua pesquisa era a estabilidade matrimonial, e não a infidelidade.
Wallum e seus colegas estão trabalhando para, agora, conduzir um estudo semelhante entre mulheres.
Embora haja diferenças genéticas que influenciem o comprometimento, outros estudos sugerem que o cérebro pode ser treinado para resistir à tentação.
Uma série de levantamentos não convencionais conduzidos por John Lydon, psicólogo da Universidade McGill, do Canadá, analisou como as pessoas comprometidas reagem diante de uma tentação. Em um estudo, homens e mulheres casados recebiam uma série de fotos de pessoas do sexo oposto e deveriam dizer o quanto aqueles modelos eram atraentes. O resultado não foi surpreendente: as maiores notas foram para pessoas que costumam ser classificadas como belas.
Depois, os participantes da pesquisa receberam imagens semelhantes e foram comunicados de que aquelas pessoas – as que apareciam nas fotos – estavam interessadas em conhecê-los. Naquela situação, os participantes constantemente davam notas menores do que na primeira parte da experiência.
- Quando eles se sentiam atraídos por alguém que poderia ameaçar seu relacionamento, eles pareciam dizer instintivamente: “Ela não é tão boa assim” – explica Lydon. – Quanto mais comprometido você é, menos atraente você acha outras pessoas que podem acabar com sua relação.
Qual é o sexo do seu cérebro?
As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres.
Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.
Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o ‘centro sexual’ do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o ‘centro sexual’ será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
FAÇAM O TESTE!!!http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI65446-15224,00-QUAL+E+O+SEXO+DO+SEU+CEREBRO.html





