Filme perfeito! Tudo bem que grande parte do público interessado em vê-lo deva ser o feminino, o gay e o de homens sensíveis. ( – Han? Quê? Sensibilidade e testosterona não combinam, filha!…. – Não? Ah, então tá!)
Falando sério, agora….Há milhares de Elizabeths, nesse mundo de pessoas, homens e mulheres, cada vez mais personalistas. Faço piada, já que para alguns a história possa ser pífia, [e aos que acham, digo que o livro é um best seller!], mas o fato é que há várias mensagens que precisamos tatuar em nossas mentes, como verdadeiros mantras.
Todos têm pressa pela busca de algo que sequer sabem o que é! Estão, por aí, inventando novos costumes, achando que felicidade é subtrair e não somar, ao menos um com outro um, e vão se arrastando sozinhos, enganando a si mesmos.
Elizabeth seguiu sua intuição e tentou encontrar a felicidade, numa viagem, de um ano, à Itália (para comer), Índia (para rezar) e Indonésia (para amar), mas teve que perceber que felicidade não estava em lugar nenhum, por onde ela passasse; a felicidade tinha que estar dentro dela mesma.
Que assim seja com cada um de nós! Pra mim, o importante, primeiro, é PERDOAR…[quando você perdoa a si, acaba por perdoar o próximo] para ver a vida com o olhar mais suave e, em segundo, AMAR….[amar e ter prazer pelo que faz, amar os amigos, famíla, e amar uma outra pessoa] Se não há amor, não há sentido!
Particulamente, vou tentar fazer o que vi [e achei interessante]…. Foi na sua visita à Índia, que ela aprendeu, por sinal….
“Quando não gostamos de alguém, ou sentimos a falta de alguma pessoa, pensemos nela positivamente, emanando luz e que depois esqueçamos.” [para mim, isso é amar e perdoar.]
COMER REZAR AMAR, em suma, é PERDOAR!





